segunda-feira, 30 de maio de 2011

Nostalgia

Como fazer quando sentimos saudade de algo que ainda não acabou?
Vi uma foto agora na página do Facebook de uma amiga, é de uns anos atrás e lá estavamos eu e minhas "melhores amigas" no shopping, porque uma banda que gosta[va]mos em comum estava em uma tarde de autógrafos. Enfim, eu senti tanta saudade daquele ano, daquele dia, daquele momento que me levou a pensar que esses acontecimentos do tempo de escola não voltarão e que, mesmo que não percamos contato, não será igual. Não estaremos na rotina uns dos outros, não passaremos horas juntos, não nos desejaremos "boa sorte" antes das provas, não discutiremos as notas depois das provas, não ficaremos fazendo nada na aula de Educação Física, não conversaremos incessantemente, como se não houvesse mais ninguém na sala, até o professor gritar. Sei que nenhum momento volta, em geral, mas esses são tão... Marcantes!? Eu passo mais tempo com meus colegas do que com minha família, e muitos deles me acompanham desde o 1º dia de aula na 1ª série do Ensino Fundamental!
Já estamos quase na metade do ano de 2011 e eu quase concluindo o Ensino Médio... Hoje, reclamando por ter muitas tarefas referentes à escola e, amanhã, fazendo como agora, sentindo saudade e pedindo pra voltar.

sábado, 30 de abril de 2011

# 4

Nossas explosões emocionais mostram-se em lágrimas.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

# 3

Todo mundo sente. E quem diz que não sente, mente.

sábado, 29 de janeiro de 2011

# 2

A ausência, na sua maior presença, ocupa muito espaço.

# 1

Não se pode descrever o que tem como característica a mutação.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

domingo, 18 de julho de 2010

"I'm so sick of watching while the minutes pass as I go nowhere."

Minha vida continua a passar, mas eu não troco de lugar. Continuo aqui, nessa rotina cansativa, mas sempre a esperar. E me pergunto: Até quando devemos suportar? Qual é o nosso real limite, até se deixar estourar e gritar o que tanto fica preso na garganta? É essa a minha vontade. E, dentro de mim, lágrimas rolam só de me permitir pensar na hipótese, mas também, por medo da reação a minha ação.
Não me falta vontade de desistir, parar de tentar, te fazer ver que, eu posso sozinha. Mas pra isso, preciso de forças, e, parece que quando mais necessito, ela resolve sumir de mim.
E me pego a pensar, nas vezes em que pra ti, conversamos descontraidamente; enquanto eu, admirava teus lábios ao falar, mantinha meus ouvidos concentrados na leveza e doçura da tua voz, meus olhos vidrados em cada minúsculo movimento do teu rosto, até inclinando o meu, se necessário, pra entender a perfeição (ao meu ver), que estava diante de mim. Me faz pensar nos abraços demorados que, por mim, não terminariam. E do calor que o teu corpo transmitia ao meu e, o quão entorpecentes eram os mesmos.
Com isso vem a lembrança, do quão gelada e trêmula eu fico ao te ver, mesmo que, por uma tela de computador, câmera fotográfica, etc. A sensação de te sentir próximo é, inexplicavelmente, igual a sensação de realmente te ter próximo a mim. Minha boca seca, preciso de água ou um choque de realidade, talvez.
Agora, minha vontade é, passar por tudo isso novamente. Esquecer que me machuco por manter minha cabeça, corpo e coração ligados a ti.
Ah, indecisão! Por isso eu não troco de lugar.